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Histórico

 A origem da criação do curso de Engenharia de Computação remonta ao ano 1984, quando o Centro Tecnológico do Exército e pela então Diretoria de Informática (atual CITEX - Centro Integrado de Telemática do Exército) mapearam as carências computacionais do Exército e verificaram que o curso tradicional de Engenharia Eletrônica do IME já não atendia às necessidades da Força Terrestre.

Assim, no ano de 1985, ingressaram no 3º ano os primeiros alunos do atual curso de Engenharia de Computação do IME. Na ocasião, o currículo adotado pelo IME considerou as propostas da ACM, IEEE e da Universidade Carnegie Mellon (CMU). O curso denominou-se inicialmente Eletrônica com Ênfase em Informática, em decorrência de preceito legal que determinava, às novas engenharias, terem origem nas já existentes.

Ainda em 1985, o IME participou, juntamente com várias universidades do Rio de Janeiro (UFRJ, UFF, UFRRJ, UERJ e PUC-Rio), das reuniões promovidas pelo CREA/RJ, por meio da sua Câmara Eletricista, cujos estudos em 1987, confirmaram a necessidade do estabelecimento de nova área autônoma de engenharia denominada Engenharia de Computação.

No ano de 1987, aqueles 5 alunos que ingressaram no então 3º ano de Eletrônica com Ênfase em Informática tornaram-se os primeiros engenheiros de computação formados no Brasil, já adotando a atual taxonomia.

Estudos realizados em 1986 foram homologados pelo Conselho Federal de Engenharia em 1993, por meio da Resolução 380, que definiu as atribuições dos Engenheiros de Computação ou Engenheiros Eletricistas com Ênfase em Computação.

O IME compartilha com a PUC-Rio o pioneirismo desta engenharia de concepção integradora, centrada nos conhecimentos do software, equipamentos computacionais (hardware) e matemática intensiva.

Desde a sua criação, em 1985, até o ano de 2015, o IME formou 325 engenheiros de computação.

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